Fazer ou não fazer, comer ou não comer, brigar ou não brigar? Eis a questão. Dúvidas consomem a minha mente adormecida. Me faz pensar em tudo, em todos, em possibilidades, hipóteses... Coisas vão surgindo na minha cabeça em questão de segundos e não há quem tire isso de dentro de mim. Continuo com a ingênua esperança de, um dia, poder entender tudo. Onde não há mais questões a serem resolvidas. Onde o mundo fosse perfeito.
Eis a(s) questão(ões): Quem procura sempre acha? Quem trai uma vez, trai sempre? Mal caráter será sempre um mal caráter? O mundo vai acabar em 2012? Perguntas e mais perguntas, nenhuma com uma resposta concreta. Por que existem pessoas más no mundo? Eis mais questões! E cada vez vão surgindo mais e mais e mais... E elas nunca são respondidas. Continuo sem entender porque. Tudo tem resposta, por mais medíocre e óbvia que seja.
Tenho grande capacidade de entende porque a vida põe milhares de obstáculos no nosso caminho, nos obrigando a aprender e de alguma forma amadurecer. Não entendo apenas porque existem pessoas que não conseguem superar tais coisas, que trancam nos obstáculos de forma absurda. Todo mundo tem capacidade de se superar, todo mundo deveria se dar a chance de vencer, de crescer. Por que? Por que? São tantas perguntas sem resposta, tantas dúvidas que martelam dentro de mim como se a qualquer momento fossem explodir como um vulcão.
As pessoas se deixam machucar pelas outras. Por que? Não existe uma resposta sensata quando se pergunta qualquer coisa relacionada ao pessoal. Elas simplesmente deixam. Só isso. A submissão não seria tão presente se não tivessem medo do que há por vir. Dêem a cara a tapa! Ninguém pode viver com medo do mundo, com medo de tudo. Que vida é essa? Eis a questão.

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